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sábado, 12 de janeiro de 2019

Revisando a postagem sobre o filme Machuca (Primeiro semestre)

Pensando sobre a minha postagem realizada no dia dezessete de maio do ano de dois mil e quinze (https://portfoliodafran12.blogspot.com/2015/05/ ) pude perceber que ela não é bem uma reflexão sobre o que eu estava vivenciando ou sobre a realidade brasileira, na verdade ela se tratava mais de um recorte de uma atividade de sala de aula. Hoje eu reescreveria esta postagem sobre o filme, ainda levando em consideração o conceito histórico, porém visando observar fixamente quem era essa escola que o menino estava inserido e como a sociedade escolar reagiu a sua entrada neste ambiente.
Bom eu olhei novamente o filme e observei que a escola cujo o aluno Machuca havia ganhado sua bolsa de estudos era caracterizado por ser um lugar elitista, onde a realidade social entre estudantes pagos e bolsistas se mostra clara não só pelas roupas e pelos materiais, mas também pela forma de enxergar o mundo e de reagir a certas situações. Neste ambiente nós temos a figura do padre McEnroe que apesar de ter uma índole de querer pregar o respeito mútuo entre os alunos de diferentes classes, impõem uma educação rígida e tradicional, nesta sala de aula onde Machuca está inserido é possível perceber que a via de comunicação e unilateral, ou seja, o professor fala e o aluno escuta, descartando toda e qualquer bagagem que o aluno possa ter. Fernando Becker vai nos dizer que no modelo empirista é comum o professor ver o aluno como um tabula rasa, onde o conhecimento encontra-se apenas em suas mãos.
Além disso percebe-se que ao longo do filme o conflito político vivenciado pelo fica visível e acaba refletindo na escola, onde os alunos ricos e pobres brigavam, entre si, e Gonzalo acabava sempre no lado mais fraco ou minoritário.

Este filme é interessante de ser analisado pois além de todo o conflito histórico e de mostrar que a escola é um espaço social que representa ou refleti a sociedade que o indivíduo está inserido, ele também mostra o despertar da paixão, o desenrolar de uma amizade enfim uma série de outros fatores que talvez aqui não sejam de suma importância, mas que faz com que muitas pessoas se identifique e relembre alguns atos de sua infância.


Referências

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Diário que retrate as experiências felizes e não felizes da escola





Bem nesta atividade foi proposto que nós realizássemos uma reflexão sobre as experiências felizes e as não felizes que a escola nos proporciona, relatando tudo isto em forma de um diário e levando em conta as inspirações dos filmes aos quais nos foram apresentados.
Bem da lista de filmes que tinha para escolher acabei escolhendo o filme Machuca que é um filme que curto muito, pois ele é um filme que sutilmente relata o contexto de uma ditadura militar chilena, além de demonstrar claramente a dois mundos muito distintos do personagem Gonzalo que possuía uma bolsa integral para um escola particular e Pedro Machuca que possuía uma família bem desestruturada, mas que possuía uma condição social boa para época. No filme ambos começam uma amizades, ao qual um apresenta seu mundo para o outro.
Bom decidi pegar este pequeno começo, pois foi essa parte que me lembrou o meu contexto social, onde apesar de ser uma escola pública, ali se apresentam todos os tipos de classes sociais, já que não existe nenhuma escola particular na região.
É interessante ver como ambos convivem e onde um quer mostrar que pode mais que o outro, porém nesta competição por um espaço social e na tentativa se ser aceito por todos, muitos alunos de classes mais pobres acabam se envolvendo com drogas, no intuito de conseguir mais rapidamente o que querem. Neste ano a escola e a comunidade em si sofreram um grande choque, pois sete jovens foram assassinados no início do ano por estarem neste caminho e eu tive a triste tarefa juntamente com a direção de tentar conversar e confortar todos os outros jovens que ali restaram e que sofriam pelo vazio deixado pela chacina de seus amigos. Este sem dúvida foi o pior dia de todos e ao mesmo tempo o melhor, já que depois deste susto aos poucos muitos jovens nos procuraram para relatar que estavam com medo, pois também eram usuários e que não sabiam como sair deste mundo, como falar com os pais e mais uma vez como estávamos sem orientadora coube a equipe diretiva administrar todo este contexto de desespero que fluía, para ser sincera fiquei feliz por ver muitos alunos mudarem seus rumos e mais uma vez triste por ver muitos desistirem de conquistar tal mudança.
Enfim, todos estes momentos fazem parte da minha história e do contexto da escola, ninguém vai apagar tudo que aconteceu, porém serviu para que fossem tomadas novas medidas que tiveram como objetivo a vida social dos jovens e a busca por uma escola melhor, sei que ainda está longe desta ser tornar o ambiente ideal, mas quem sabe um dia.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Ser professor

“Ser professor é encarar uma situação nova a cada dia e transformar esta, em uma realização bem-sucedida”.


Refletindo sobre esta mensagem e sobre o contexto que nós temos encontrado dentro de sala de aula, fiquei me perguntando se somos todos nós (professores) que estamos preocupados em fazer desta situação nova uma aprendizagem...porém logo após fazer esta reflexão e não chegar a conclusão nenhuma, lembrei de alguns reuniões com os professores onde era decido se o aluno aprovaria ou não e cheguei à conclusão que não são todos os professores que estão dispostos a lidar com esta situação problema de forma diferenciada, pelo contrário muitos se mostram pequenos e mesquinhos, decidindo punir o aluno por seus atos sem levar em conta o seu contexto e a sua dedicação, cometendo assim um genocídio intelectual e acabando com a pouca vontade e sonhos que restavam neste.

Escola Hoje X Escola do Passado

Lendo o artigo de abertura da revista “Nova Escola” n°239, publicada entre nos meses de janeiro/ fevereiro de 2011, onde o escritor Gabriel Pillar, relata que é bom verificar que ao longo do tempo a revista foi modificando o seu conteúdo e suas publicações e que a revista que havia sido inaugurada a 25 anos atrás trazia em seu corpo a imagem de um menino de mais ou menos 12 anos, que estava muito feliz por poder frequentar o ambiente escolar, sendo que este menino viva em um Brasil onde  a preocupação de nossos governantes era proporcionar o acesso a 20% da população que estava fora do contexto escolar, além de diminuir a repetência e a evasão dos jovens. O autor nos relata ainda que as instituições educacionais brasileiras passaram por uma grande evolução e que por conta disto hoje a revista que vem acompanhado tal desenvolvimento também vem modificando seus conteúdos, trabalhando atualmente mais hoje com a LDB, os PCNs e com campanhas para manterás crianças nas escolas... dentro do geral a revista hoje tem um foco de qualidade educacional ao contrário de antes onde o foco era trazer os jovens para a escola.
E tudo isto me fez lembrar dos textos das disciplinas de história, onde tanto o texto a maquinaria escolar quanto o texto (des) encantos da modernidade pedagógica, onde ambos os textos nos trazem como surgiu e foi se modificando o contexto escolar ao longo dos anos, sendo que o primeiro texto, nos traz um relato de como surgiu a educação ou melhor a escolarização nos mostrando que no princípio a educação era mais de cunho religiosos, já o segundo texto “ (Des) encantos da modernidade pedagógica” nos apresenta as modificações e as melhorias que foram buscadas ao longo do tempo, nos mostrando como esta instituições se tornaram uma rede governada e de responsabilidade de todos.

                Enfim estes textos e o artigo da revista me fizeram repensar no quanto a educação já se modificou, mas o quanto ainda tem a ser feito ainda.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

escola

Num primeiro momento os dois nos mostram como as escolas sugiram e foram evoluindo ao longo do tempo nos mostrando diversas problemáticas que surgiram neste longo caminho, sendo que o primeiro texto, nos traz um relato de como surgiu a educação ou melhor a escolarização nos mostrando que no princípio a educação era mais de cunho religiosos, já o segundo texto “ (Des) encantos da modernidade pedagógica” nos apresenta as modificações e as melhorias que foram buscadas ao longo do tempo, nos mostrando como esta instituições se tornaram uma rede governada e de responsabilidade de todos.
 Os textos nos relatam que em um primeiro momento a educação era rígida e estruturada sobre a doutrina da igreja, por vezes a mesma era abusiva e não conseguia atingir a todas as classes, porém a partir da segunda leitura foi possível visualizar um novo contexto no qual algumas melhorias foram alcançadas no espaço escolar, onde a educação passou a dar mais liberdade ao educando e começou a atingir mais classes sociais.
O texto maquinaria nos faz um relato sobre o estatuto da infância que foi o que garantiu as mudanças tão almejadas descritas no segundo texto.

Enfim estes textos foram bons para nos mostrar toda a história da educação, sem falar que é visível a complementação que um trouxe para o outro.

sábado, 31 de outubro de 2015

Como se forja um professor ?


Na aula de história nos foi proposto o desafio de pensar em como me forjei como professora e após fazer esta reflexão ( que não foi nada fácil), nós teríamos que construir um vídeo que descrevesse um pouco desta reflexão.
Fazer esta reflexão foi difícil,  porem me dei conta que mais difícil que pensar na minha formação foi pensar em como construir um vídeo autentico que  fosse diferente do que minhas colegas iriam fazer. Então surgiu a infeliz ideia (pois deu muito trabalho e fazia muitos anos que eu não desenhava) de desenhar muitas e muitas laminas a mão para fazer este vídeo que hoje estou proporcionando a todos.



Obs: o vídeo ficou sem musica, pois tive preguiça de colocar a mesma...mas faz parte.