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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Projeto em Ação

Ao realizar o projeto de aprendizagem com apenas um dos primeiros anos que acompanho, surgiu esta semana a oportunidade de realizar tal com a outra turma que também acompanho e o mais legal disso é que tal oportunidade partiu da vontade da professor em aplicar algo novo com seus alunos, visando alcançar os resultados que a minha primeira turma obteve.
Ao conversarmos relatei à professora que na aplicação de tal projeto era importante que a curiosidade ou tema parta do aluno e de suas necessidades, relatando-a que nesse processo o professor será apenas um mediador do conhecimento, onde devemos apoiar, incentivar e valorizar todo o conhecimento apresentado e trazido pelos alunos.
Nessa turma nós estamos tendo um papel exaustivo de instigador de questionamentos e de instrumentalização do como buscar, pois como estão no primeiro ano, os educandos nunca realizaram um trabalho ou pesquisa onde deveriam procurar por um conhecimento sozinho.

         Fiquei muito feliz com o reconhecimento e nosso projeto vem caminhando muito bem, com alunos muito motivados.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Mapa conceitual

Neste semestre retomamos o estudo do Projeto de Aprendizagem através da interdiciplina em ação, onde colocamos em pratica nossas vivencias do semestre anterior, porém desta vez com a troca de papeis. No caso passamos a desempenhar a função que o professor Crediné exercia e concomitantemente os nossos alunos tomaram a nossa posição de educandos conscientes de sua aprendizagem.
Fazendo uma análise do caminho percorrido até aqui percebi que no início acreditava fielmente que encontrar um tema na turma seria difícil, engano meu, pois os alunos fizeram várias perguntas e se mostraram muito receptivos em apenas uma que já vinha lhes assombrando há anos.
As certezas e duvidas provisórias também foi barbada traçar com eles, e daí me questiono porque está sendo aparentemente mais fácil realizar este trabalhos com os alunos do primeiro se comparada ao meu grupo?
                Eu pensei em várias hipóteses ligadas a vergonha, a questão de resiliência ou a questão de estarmos doutrinas em método que não levava o pensamento crítico em conta, após muito pensar não cheguei a muitas conclusões.

 Além desses questionamentos também tive muitos problemas em realizar o mapa conceitual com os meus alunos, aliás fazendo o mapa conceitual com eles lembrei-me também que tive muita dificuldade nesta parte do trabalho quando estava executando o meu próprio projeto no semestre passado. O mapa da turma saiu, mas confesso que tive que estudar muito a maneira de monta-lo antes de propor para a turma, futuramente pretendo me aprofundar mais nesta parte pois sei que este é meu ponto fraco.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Projeto em Ação



Na disciplina de Projeto em Ação estamos colocando em ação tudo que aprendemos sobre projetos de aprendizagem no último semestre. Nas semanas 1 e 2 começamos a discussão com as leituras de Hermandes e Zaballa, o qual trouxe novos esclarecimentos sobre a diferença eminente de projeto de ensino e projeto de aprendizagem, no geral gostei muito das leituras, pois abriram novos horizontes.
Trabalhar ativamente com projetos de aprendizagem é uma meta pessoal que pretendo implantar a minha pratica futuramente. Nas primeiras semanas as minhas aulas foram cercadas de leituras, pesquisas e indagações minhas para a turma, onde consegui perceber o quão envolvido os alunos ficaram com o projeto, bem como a surpresa que demonstraram ao serem questionados quanto ao que gostariam de estudar.
Para iniciar a conversa sobre a pesquisa recorri a um livro infantil introdutório, tendo este como nome “os porquês do coração” da autora Nye Ribeiro, que descreve a história de uma menina cheia de perguntas em seu coração e com o fim da leitura indaguei aos meus alunos quais eram os porquês do coração deles, no momento surgiram diversas perguntas relacionadas ao livro, mas uma se destacou dentro deste contexto.

Feito o processo de escolha da pergunta a ser trabalhada, seguimos com o processo de dúvidas e certezas provisórias dos alunos. Na execução deste projeto é que eu consegui entender o quão bom é trabalhar com alunos motivados e com o apoio da família que vem estreitando muito sua relação com a escola a cada etapa realizada.

Referências  

http://www.saraiva.com.br/os-porques-do-coracao-2-ed-3411020.html


sábado, 3 de junho de 2017

ser reflexivo





O primeiro texto da disciplina de Seminário V aborda justamente o termo reflexão como seu principal tema, o texto nos começa lançando a ideia de como tal termo se tornou popular nos últimos tempos e como, por vezes, este assumiu um significado errôneo, onde seu principal sentido acabou sendo distorcido e perdendo assim o sentido e passando a ser visto como uma revisada na pratica, pelo menos é o que percebo dentro das escolas, até porque se você realmente reflete você mudaria completamente o que esta errado.
A autora relata em sua obra que o ato de refletir deveria ser algo que todos na escola se apropriassem, não apenas o professor, mas também seus alunos, gestores, comunidades e enfim.
Mas como ensinar um aluno a ser reflexivo e como desenvolver tais habilidades necessárias?
Na verdade pelo que vi não existe um método único para criar um aluno reflexivo, mas existe habilidades que o professor deve instigar em seus alunos, tais como:  a observação, a descrição, a análise, a interpretação, a confrontação e a avaliação.
Tendo em vista todas estas habilidades a ser desenvolvidas pude perceber que quando solicitamos a um aluno a realização de um Projeto de Aprendizagem praticamente todos estes itens acabam por ser trabalhados, além de abrir espaço para que o professor desenvolva um novo papel frente o aluno, onde ele passa de um transmissor de conteúdo para um mediador de tal, proporcionando assim uma aprendizagem mais consciente e autônoma.

Referências 

ALARCÃO, Isabel(org). Formação Reflexiva de Professores: Estratégias de Supervisão.  Portugual: Porto Editora, 1996.

Imagem: http://www.mardoconhecimento.com.br/planejar/