sábado, 3 de junho de 2017

Analisando os blog



Quando foi lançada a proposta de analisar os blogs, apesar de ser uma tarefa simples surgiu um medo e um grande receio principalmente por não ter muito contato com a colega.
Ao analisar os blogs me dei por conta, o quanto mudamos a nossa forma de escrever, tanto eu quanto minha colega com o passar do tempo diminuímos as postagens ditas como recados e mensagens e começamos a produzir um texto tendo em vista o que estava sendo abordado no curso.
 No início das postagens senti a ausência de referências e de marcadores, confesso que percebi a falta deste segundo item nas minhas postagens mais atuais, o que fez com que eu perceba o quanto eu ainda tenho para mudar e melhorar no meu blog.
Observando as minhas primeiras postagens pude perceber a imensa dificuldade de relacionar a minha pratica a teoria que vinha sendo apresentada nas disciplinas, talvez essa dificuldade tenha se instalado por conta da função que exercia na época ou talvez porque eu não tivesse pego o espírito da mensagem.
Alarcão nos seus textos cita que uma autoavaliação depende de diversos itens para que a reflexão realmente aconteça dentre estes itens ela cita: a observação, a descrição, a análise, a interpretação, a confrontação e a avaliação. Se autoavaliar é para mim um processo fácil, pois sou bem realista quanto ao meu desempenho, mas confesso que avaliar um colega não foi nada fácil, além disso a maneira como foi feita as escolhas das duplas acredito que não ajudou, pois no meu caso estou avaliando uma colega que não tenho muito contato e acabo tendo receio de magoar ou de falar algo que possa ser mal interpretado.
Mas apesar de todos os temores e receios acredito que foi uma atividade produtiva principalmente por me fazer rever o que já tinha produzido.

ALARCÃO, Isabel(org). Formação Reflexiva de Professores: Estratégias de Supervisão.  Portugual: Porto Editora, 1996.

ser reflexivo





O primeiro texto da disciplina de Seminário V aborda justamente o termo reflexão como seu principal tema, o texto nos começa lançando a ideia de como tal termo se tornou popular nos últimos tempos e como, por vezes, este assumiu um significado errôneo, onde seu principal sentido acabou sendo distorcido e perdendo assim o sentido e passando a ser visto como uma revisada na pratica, pelo menos é o que percebo dentro das escolas, até porque se você realmente reflete você mudaria completamente o que esta errado.
A autora relata em sua obra que o ato de refletir deveria ser algo que todos na escola se apropriassem, não apenas o professor, mas também seus alunos, gestores, comunidades e enfim.
Mas como ensinar um aluno a ser reflexivo e como desenvolver tais habilidades necessárias?
Na verdade pelo que vi não existe um método único para criar um aluno reflexivo, mas existe habilidades que o professor deve instigar em seus alunos, tais como:  a observação, a descrição, a análise, a interpretação, a confrontação e a avaliação.
Tendo em vista todas estas habilidades a ser desenvolvidas pude perceber que quando solicitamos a um aluno a realização de um Projeto de Aprendizagem praticamente todos estes itens acabam por ser trabalhados, além de abrir espaço para que o professor desenvolva um novo papel frente o aluno, onde ele passa de um transmissor de conteúdo para um mediador de tal, proporcionando assim uma aprendizagem mais consciente e autônoma.

Referências 

ALARCÃO, Isabel(org). Formação Reflexiva de Professores: Estratégias de Supervisão.  Portugual: Porto Editora, 1996.

Imagem: http://www.mardoconhecimento.com.br/planejar/

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Repensando o Fazer





No dia 24 de abril, foi o primeiro dia em que fiquei substituindo a Prof. titular da turma, que havia deixado uma atividade onde os alunos deveriam pintar 8 objetos pertencentes aos índios, só que logo após eles realizarem a pintura lhes pedi que escrevessem o nome de cada objeto e apesar de toda dificuldade apresentada pela turma um ou dois conseguiram realizar a tarefa com sucesso, já o restante demonstrou uma relação com a escrita em um nível pré silábico de acordo com o padrão de Emília Ferreira que estudamos à alguns semestres. Foi engraçado perceber isso hoje tanto tempo após ter realizado a disciplina, além disso pude perceber também uma grande curiosidade por parte dos alunos para observar as respostas certas no quadro e enquanto eu ia colocando as palavras: flechas, canoa, oca, arco, pena, peteca, peixe e raiz alguns alunos me disseram:
- Prof.  você viu que peteca, pena e peixe iniciam com o mesmo som.
- Você viu que peteca e oca terminam com o mesmo som
E ficamos ali debatendo suas observações enquanto isso ocorria me lembrei de uma frase de Paulo Freire que dizia: “Sem a curiosidade que move, que inquieta eu não aprendo e nem ensino”. Enfim a descrição perfeita do decorrer desta atividade que demorou um pouco mais de tempo do que o imaginado, pois infelizmente ou felizmente não segui a risca o planejamento da prof. que previa apenas a pintura e a passagem para as demais atividades.

Fontes :
 http://cronicaspedagogicas.blogspot.com.br
https://pt.depositphotos.com/31299071/stock-photo-creative-concept-of-the-human.html