quarta-feira, 5 de julho de 2017

Afetividade e educação





A tirinha me chamou a atenção para um tema que pouco tenho refletido, que é a afetividade na educação, bem como a paixão pela profissão.
Hoje já sabemos que a emoção e a afetividade podem sim auxiliar ou atrapalhar no ensino-aprendizagem, mas o que tenho feito para cativar e conquistar os meus alunos, será que só utilizar o lúdico, o afeto e o conhecimento fará com que meu aluno desenvolva o amor não só pelo aprender, como também por mim?
Será que alunos com falta ou excesso de carinho não irão se aproveitar disso para chamar a atenção esquecendo a principal função de eles estarem dentro da escola?
Enfim as dúvidas são muitas, mas hoje o que posso dizer é que utilizo o amor com moderação.



Referências


Fonte da tirinha: http://carpintariadaspalavras.blogspot.com.br/2016_06_01_archive.html        

Projeto em Ação

Ao realizar o projeto de aprendizagem com apenas um dos primeiros anos que acompanho, surgiu esta semana a oportunidade de realizar tal com a outra turma que também acompanho e o mais legal disso é que tal oportunidade partiu da vontade da professor em aplicar algo novo com seus alunos, visando alcançar os resultados que a minha primeira turma obteve.
Ao conversarmos relatei à professora que na aplicação de tal projeto era importante que a curiosidade ou tema parta do aluno e de suas necessidades, relatando-a que nesse processo o professor será apenas um mediador do conhecimento, onde devemos apoiar, incentivar e valorizar todo o conhecimento apresentado e trazido pelos alunos.
Nessa turma nós estamos tendo um papel exaustivo de instigador de questionamentos e de instrumentalização do como buscar, pois como estão no primeiro ano, os educandos nunca realizaram um trabalho ou pesquisa onde deveriam procurar por um conhecimento sozinho.

         Fiquei muito feliz com o reconhecimento e nosso projeto vem caminhando muito bem, com alunos muito motivados.

Mundo líquido de Zygmunt Bauman

"Houve muitas crises na história da humanidade, muitos períodos de interregno, nos quais as pessoas não sabiam o que fazer, mas elas sempre acharam um caminho. A minha única preocupação é o tempo que levarão para achar o caminho agora. Quantas pessoas se tornarão vítimas até que a solução seja encontrada?" - Zygmunt Bauman

Essas palavras foram relatadas no vídeo https://youtu.be/7P1MAZXFVG0 ,  proporcionado pela disciplina de OGE que fez com que nós na última aula viéssemos sobre como a sociedade parece perdida sobre como agir frente a problemas simples e como  os valores neste último século tem assumido formas e significados diferentes, por vezes, dando a impressão que eles até se perderam neste mundo cheio de informações e de imediatismo, no qual tudo flui de tal forma que se torna eventos e informações primordial em algo irrisório e sem valor, algo passageiro.

No decorrer ta aula tentamos associar tal conceito a escola e uma das colegas me disse que achava os alunos muito imediatista e eu a questionei se seria só os alunos, se nós professores, pais, funcionários e sociedade em geral também não seriamos. Fazendo tal pergunta a ela que tal mal me atingiu, pois até então nunca havia parado para pensar em quão imediatista tinha me tornado nos últimos anos.

Seminário V

O trabalho que estamos realizando na interdisciplinar de seminário Integrador V tem demonstrado a importância de escrever e ser autor, conforme o grande esforço que o professor Crediné que vem a cada semestre fazendo com que a gente venha se aprimorando a cada dia. A ideia geral é de analisarmos as publicações dos colegas e as nossas, com tal pratica percebi que existiu uma melhora nas minhas publicações, assim como nas publicações da minha colega, talvez devido a pratica, porém percebi eu meu blog alguns erros de falta de atenção, o que me deixou um pouco frustrada e tenho tentado observar e reler meus textos antes de publica-los. O trabalho está sendo gratificante, por estarmos retomando nosso trabalho até o momento e por nos auxiliar a refletir sobre o que já foi feito, confesso que sempre pensei em retomar minhas postagens ou reescrever conceitos que hoje para mim adquiriram novas perspectivas, porém nunca fui até o final nesta ideia por falta de tempo. Enfim de acordo com algumas dicas de colegas e com minha própria analise tenho tentado fazer postagens mais curtas e com uma linguagem mais simples, só espero estar conseguindo.

Gestão democrática

Aula de OEF

Na aula do dia 04/07/2017, discutimos diversos conceitos através de uma dinâmica, dentre eles podemos destacar conceito de gestão democrática e como está gestão parece estar distante de nossa realidade, seja ela situada no ensino público ou privado.
                Falamos sobre como tal pratica viria a contribuir na formação do nosso educando preparando-o para que o mesmo esteja consciente de sua importância perante a sociedade, onde cada opinião deve basear-se nos princípios de analise, criticidade e reflexão, fazendo com que tais indivíduos sejam capaz de realizar uma cidadania intencionalidade. Além disso, relatamos fiquei imaginando como seria a contribuição da comunidade se a minha escola tivesse uma gestão 100% democrática, pois se sendo apenas levemente democrática já temos uma certa participação da comunidade, como seria se ela fosse a realidade fosse diferente?

Será que conseguiríamos (re)significar a educação?

terça-feira, 20 de junho de 2017

As ultimas apresentações de Projeto em ação

Acredito ser muito rica essa troca de experiências que tivemos na última aula P.A, pois através das apresentações de Projeto em Ação, pude perceber que não foi apenas eu que encontrei dificuldades, tais como: tempo, estrutura e formas de aplicabilidade de um item ou outro do projeto.
                No me caso a maior adversidade estava em fazer com que meu aluno refletisse e conhecesse o autismo que um outro colega da turma apresentava, tentando equilibrar a questão da deficiência e a visão que eles próprios construíram sobre o João (nome fictício que escolhi para o aluno), pois apesar de possuir tal deficiência João era um aluno muito aceito pelos outros e se integrou a turma de uma forma surpreendente. Meu principal receio era que tal visão fosse distorcida, porém com o decorrer do projeto tudo foi se encaixando e a união da turma só fez aumentar.

                Foi bom ver que o mesmo tendo diferentes trabalhos ao longo da aula passada, eu conseguia de certa forma compreender as dúvidas, os anseios e os problemas enfrentados por todas as minhas colegas. Acredito que as apresentações serviram para darem força ao meu projeto e para que eu tivesse certeza de que estava indo pelo caminho certo, apesar de todas as dificuldades.

Mapa conceitual

Neste semestre retomamos o estudo do Projeto de Aprendizagem através da interdiciplina em ação, onde colocamos em pratica nossas vivencias do semestre anterior, porém desta vez com a troca de papeis. No caso passamos a desempenhar a função que o professor Crediné exercia e concomitantemente os nossos alunos tomaram a nossa posição de educandos conscientes de sua aprendizagem.
Fazendo uma análise do caminho percorrido até aqui percebi que no início acreditava fielmente que encontrar um tema na turma seria difícil, engano meu, pois os alunos fizeram várias perguntas e se mostraram muito receptivos em apenas uma que já vinha lhes assombrando há anos.
As certezas e duvidas provisórias também foi barbada traçar com eles, e daí me questiono porque está sendo aparentemente mais fácil realizar este trabalhos com os alunos do primeiro se comparada ao meu grupo?
                Eu pensei em várias hipóteses ligadas a vergonha, a questão de resiliência ou a questão de estarmos doutrinas em método que não levava o pensamento crítico em conta, após muito pensar não cheguei a muitas conclusões.

 Além desses questionamentos também tive muitos problemas em realizar o mapa conceitual com os meus alunos, aliás fazendo o mapa conceitual com eles lembrei-me também que tive muita dificuldade nesta parte do trabalho quando estava executando o meu próprio projeto no semestre passado. O mapa da turma saiu, mas confesso que tive que estudar muito a maneira de monta-lo antes de propor para a turma, futuramente pretendo me aprofundar mais nesta parte pois sei que este é meu ponto fraco.